O Curso Educação Gaia é uma experiência de aprendizagem incrível e tem contribuído para muitas pessoas seguirem o caminho da sustentabilidade. Entre os dias 31 de janeiro e 04 de fevereiro de 2015 tivemos o prazer de realizar um estágio de imersão na Toca da Coruja, com muitas trocas, experiências e aprendizados.
Durante os cinco dias, manejamos e plantamos alguns canteiros agroflorestais, construímos fogões solares e cozinhamos neles, criamos uma horta mandala em cima de um tanque de captação de água da chuva, celebramos a vida e o encontro com uma maravilhosa lua cheia. Vejam algumas fotos dessa experiência inesquecível!
Da esquerda para a direita: Vivi, Fabiana, Andrea, Fabio, Iara, Jussara, Nathalia. Ursa (a pastora alemã) e Preto (atrás da Ursa)
Plantio agroflorestal.
Missão do segundo dia: construir um fogão solar e cozinhar nele!
Missão cumprida! Utilizamos um vidro pintado de preto por fora para cozinhar brócolis e alho poró.
Risoto solar: arroz integral, lentilha, tomate seco e fungui (hidratados na noite anterior) com shoyo e ervas. A hidratação é fundamental para garantir o cozimento adequado no forno solar de caixa.
Usamos o fogão de caixa vermelho para o arroz. É fácil fazer. O passo a passo postamos em http://www.sustentavelnapratica.net/arquivos/fogaosolar.pdf
Agradecemos a dedicação, o carinho e o engajamento das gaianas!
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
sábado, 6 de agosto de 2011
Biodigestor na Toca da Coruja
Quando queremos tornar um espaço sustentável, o tema de energia a é um dos mais importantes. Na Toca da Coruja, há alguns anos já estamos usando energia solar fotovolcaica para iluminação interna da casa e uso nas tomadas, energia solar térmica para aquecimento da água do chuveiro (com aquecedor solar de baixo custo - vide www.sociedadedosol.org.br), o calor do sol para cozinhar em um forno solar e para desidratar alimentos.
Nossa mais nova aventura experimental é o consumo de gás produzido por um BIODIGESTOR. O primeiro biodigestor que construímos foi em novembro de 2010 com o uso de uma caixa d´água de 350 litros, canos de PVC e plástico de esfufa.
Decidimos fazer um biodigestor conhecido como " biodigestor em batelada". Nos biodigestores em batelada a matéria orgânica é inserida toda de uma só vez e então ele é fechado de forma a não permitir a entrada de ar até que ocorra o processo de digestão anaeróbia. O biodigestor é aberto novamente só quando a produção de biogás cair, indicando que a matéria orgânica já foi decomposta e que pode ser feita a retirada da matéria restante e inserida nova carga.
Utilizamos, para a primeira batelada, capim roçado. Foi necessário cerca de um mês para a primeira leva de produção de metano. Fizemos nossos primeiros testes e um litro de água ferveu em cerca de 10 minutos em ambiente aberto, com queimador improvisado. Maravilha! Funcionou! Comemoramos com um chá de capim santo preparado com o biogás.
Agora estamos na segunda fase do experimento. Para esta batelada, usamos folhas e talos de margaridão ou flor do mel (Titonia Diversifolha) para recarregar o biodigestor.
Abraços,
Andrea e Fabio
www.sustentavelnapratica.net
Fotos que ilustram o processo de alimentação do biodigestor:
Alimentação do biodigestor com folhas e galhos de margaridão.

Colocou-se água no recipiente, o plástico e as garrafas com areia para servir de peso e não deixar o biogás escapar.

Biodigestor em funcionamento.
Nossa mais nova aventura experimental é o consumo de gás produzido por um BIODIGESTOR. O primeiro biodigestor que construímos foi em novembro de 2010 com o uso de uma caixa d´água de 350 litros, canos de PVC e plástico de esfufa.
Decidimos fazer um biodigestor conhecido como " biodigestor em batelada". Nos biodigestores em batelada a matéria orgânica é inserida toda de uma só vez e então ele é fechado de forma a não permitir a entrada de ar até que ocorra o processo de digestão anaeróbia. O biodigestor é aberto novamente só quando a produção de biogás cair, indicando que a matéria orgânica já foi decomposta e que pode ser feita a retirada da matéria restante e inserida nova carga.
Utilizamos, para a primeira batelada, capim roçado. Foi necessário cerca de um mês para a primeira leva de produção de metano. Fizemos nossos primeiros testes e um litro de água ferveu em cerca de 10 minutos em ambiente aberto, com queimador improvisado. Maravilha! Funcionou! Comemoramos com um chá de capim santo preparado com o biogás.
Agora estamos na segunda fase do experimento. Para esta batelada, usamos folhas e talos de margaridão ou flor do mel (Titonia Diversifolha) para recarregar o biodigestor.
Abraços,
Andrea e Fabio
www.sustentavelnapratica.net
Fotos que ilustram o processo de alimentação do biodigestor:
Alimentação do biodigestor com folhas e galhos de margaridão.

Colocou-se água no recipiente, o plástico e as garrafas com areia para servir de peso e não deixar o biogás escapar.

Biodigestor em funcionamento.
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